Ângulo de Contato (estático e dinâmico) DCA, Phoenix, PAT
As nossas representadas SEO e Sinterface oferecem uma variedade de analisadores de ângulo de contato e tensão superficial e interfacial, que utilisam o método clássico da placa Wilhelmy (modelo DCA-200) ou os métodos da gota séssil, respetivamente da gota pendente (em geral: a avaliação do formato da gota). Nestes últimos, a dosagem da amostra líquida pode ocorrer manualmente (Phoenix mini) ou através de controle manual ou computadorizado de uma seringa (Phoenix 60, Phoenix 300, Phoenix pico, PAT). A captura, documentação e avaliação de imagens é feita pelo software que acompanha os analisadores. O Phoenix mini é construído em forma dobrável, portátil, com uma ótica já fixamente ajustada, e é destinado a Controle de Qualidade e medidas de rotina. Os outros modelos são destinados também para P&D e tem mais flexibilidade nos ajustes de medidas. Além disso contam com uma série de acessórios (câmeras de controle de temperatura, plataformas inclináveis, célula para uso de agulha reversa, aquecimento de seringa etc.). O PAT da Sinterface adicionalmente tem a capacidade de reologia interfacial, impondo perfis de mudança de volumes da gota e analisando a resposta na tensão interfacial (visco-elasticidade da interface) e acessórios especiais como um micro-manipulador para investigação de interações entre duas gotas ou bolhas. Todos os equipamentos permitem a determinação de tensão superficial, tensão interfacial, ângulo de contato estático (dinâmico somente com P60, Phoenix 300 e PAT com acessórios), ângulo de avanço e regresso (com acessório), energia superficial, molhabilidade de superfícies entre outros. O modelo Phoenix pico foi otimizado para amostras extremamente pequenas, por exemplo na área de fibras, cosméticos (cabelo), semi-condutores ou sistemas biológicos. Ele dispensa gotas de volume até 50 microlitros através de uma ponta piezo. O DCA-200 ainda pode determinar o ângulo de contato em pós através do método Washburn.


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